O ano de 2025 começa com a volta de um velho conhecido do clima: o La Niña. O fenômeno, que resfria as águas do Oceano Pacífico e bagunça os padrões climáticos, já deve mostrar seus efeitos em janeiro. No Brasil, o impacto será clássico: mais chuva no Nordeste e menos no Sul, o que preocupa agricultores e moradores dessas regiões.
Sul em alerta para estiagens
No Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul, a previsão não é das melhores. Com menos chuva e maior risco de estiagem, muitas cidades podem enfrentar problemas na agricultura. As regiões Oeste e Sul gaúchas, em particular, devem ter chuva abaixo da média nos próximos 30 a 60 dias.
A boa notícia? O solo ainda está com boa umidade por causa das chuvas de 2024, o que pode ajudar a minimizar os prejuízos. É um alívio para quem vive no campo, mas o alerta continua: as estiagens de verão sempre deixam marcas difíceis de recuperar.

Nordeste: mais chuva à vista
Enquanto isso, o Nordeste deve receber mais chuva, algo muito bem-vindo para o abastecimento de água e a agricultura local. Ainda assim, o fenômeno pode trazer um padrão irregular de precipitações em outras partes do Brasil, como o Mato Grosso do Sul, onde há chance de estiagens ou até de chuvas extremas.
E o resto do Brasil?
A La Niña também mexe com as temperaturas. No Sul, além da seca, há chances de ondas de calor e até frio fora de época, deixando o clima ainda mais imprevisível.
Globalmente, o fenômeno costuma dar uma leve trégua no aquecimento do planeta. Mas, com as mudanças climáticas em ritmo acelerado, mesmo uma La Niña forte já não consegue trazer temperaturas tão baixas quanto no passado.
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