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Home » 526 anos depois, quem descobriu onde Cabral realmente pisou no Brasil?

526 anos depois, quem descobriu onde Cabral realmente pisou no Brasil?

Dinarte Assunção Por Dinarte Assunção
22 de abril de 2026
Tempo de Leitura: 3 mins
526 anos depois, quem descobriu onde Cabral realmente pisou no Brasil?

Foto: CNN Brasil

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A história que aprendemos na escola pode estar errada. Um estudo inédito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) sugere que Cabral chegou ao Brasil pelo litoral do Rio Grande do Norte, não por Porto Seguro, na Bahia.

A pesquisa dos físicos Carlos Chesman (UFRN) e Cláudio Furtado (UFPB) foi publicada no Journal of Navigation. Os cientistas cruzaram dados da carta de Pero Vaz de Caminha com simulações de ventos, correntes marítimas e profundidade do oceano.

São Miguel do Gostoso na mira

As simulações apontam São Miguel do Gostoso, município a 100 km de Natal, como o local mais provável da chegada. A rota natural dos ventos no século XV levaria as embarcações a fazer uma trajetória em “S”, chegando ao litoral potiguar.

“Se eu sigo essa trajetória que segue os ventos, faz uma espécie de uma perna de um S e chega no litoral do Rio Grande do Norte”, explicou Chesman à CNN Brasil. Já a rota em linha reta para Porto Seguro não seria compatível com a navegação da época.

O pesquisador destaca que não há prova definitiva: “Qual é a maior prova? É o tempo que vai procurar responder isso. Mas a nossa contribuição foi científica em termos das ciências da natureza, física e matemática.”

Monte Serra Verde no lugar do Monte Pascoal

O estudo identifica uma sequência de pontos no litoral potiguar que corresponderiam às descrições da carta de Caminha. O monte citado pelo escrivão não seria o Monte Pascoal (BA), mas o Monte Serra Verde (RN).

O historiador Laécio de Jesus reforça a hipótese. Segundo ele, fatores geográficos como os “baixinhos do São Roque” – elevações rochosas no mar – podem ter dificultado a aproximação direta das caravelas, exigindo embarcações menores.

A teoria já chegou às escolas potiguares. O professor de história Thalysson Diogo conta que apresenta diferentes versões aos alunos: “A versão tradicional é apresentada. E a gente bota o contraponto a isso.”

Até os pescadores locais abraçaram a teoria. Luiz Antônio, conhecido como “Fefeu”, conta: “O descobrimento foi aqui. Meu avô me falou, minha mãe também. Aqui tinha só uma barraquinha de palha.”

Com informações de CNN Brasil.

https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/rn/portugueses-podem-nao-ter-chegado-ao-brasil-pela-bahia-conheca-outra-rota/
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Tags: Descobrimentohistória do brasilUFRN
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