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Por que as contas do governo não fecham nem no papel

Dinarte Assunção Por Dinarte Assunção
16 de abril de 2026
Tempo de Leitura: 3 mins
Por que as contas do governo não fecham nem no papel

Foto: CNN Brasil

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O governo federal divulgou suas projeções econômicas para 2027 nesta semana, mas especialistas não estão comprando a história. A palavra que mais aparece nas análises de economistas é “pouco crível” — um jeitinho elegante de dizer que as contas não batem.

As promessas do papel

O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias prevê um superávit primário de 0,5% do PIB para 2025 — algo como R$ 73,2 bilhões. A partir daí, o governo projeta que as contas públicas vão melhorando até chegar a 1,5% do PIB em 2030.

Parece bonito no papel, mas tem pegadinha. Os economistas da Warren Rena fizeram as contas: descontando despesas que o governo “esqueceu” de incluir, o superávit real seria de apenas 0,05% do PIB — ou míseros R$ 8 bilhões.

“O cumprimento da meta só é viabilizado com a exclusão de despesas primárias que, na prática, existem”, alertam os analistas Felipe Salto, Josué Pellegrini e Daniel Ferraz.

A matemática não fecha

Para as contas fecharem, o governo aposta que o PIB vai crescer 2,56% em 2027 e que a inflação ficará ligeiramente acima de 3%. O problema é que o mercado financeiro não acredita nisso.

Segundo o boletim Focus do Banco Central, os analistas projetam crescimento de apenas 1,8% e inflação de 3,91%. A diferença parece pequena, mas em economia, décimos fazem toda a diferença.

“As premissas estão muito fora da realidade. Perde-se a chance de ganhar credibilidade”, avalia Tatiana Pinheiro, da FGV. Ela lembra que os conflitos no Oriente Médio e outros fatores externos podem complicar ainda mais o cenário.

O que isso significa para você

Quando o governo faz promessas fiscais que ninguém acredita, quem paga a conta é o cidadão comum. Metas irreais geram desconfiança no mercado, o que pode resultar em:

• Juros mais altos: Para conter a inflação e atrair investidores céticos

• Pressão inflacionária: Gastos públicos descontrolados encarecem produtos e serviços

• Incerteza econômica: Empresas adiam investimentos, impactando empregos

No Rio Grande do Norte, essa instabilidade pode afetar desde o preço dos combustíveis até as condições de financiamento para compra da casa própria.

A dívida que não para de crescer

O Ministério da Fazenda projeta que a dívida pública brasileira começará a diminuir a partir de 2030. Mas o Fundo Monetário Internacional não está otimista: suas projeções indicam que a dívida pode chegar a 100% do PIB no próximo governo.

“Para estabilizar a dívida pública, seria necessário um superávit de pelo menos 2% do PIB. E isso só seria viável com reformas constitucionais”, explica Zeina Latif, da Gibraltar Consulting.

O problema é que reformas estruturais exigem coragem política — algo que tem faltado quando o assunto é mexer em gastos obrigatórios, previdência e políticas assistenciais.

Enquanto o governo continua fazendo promessas que cabem apenas no papel, a economia real segue sua própria lógica. E ela não costuma perdoar quem brinca com matemática.

Com informações da CNN Brasil.

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/projecoes-e-metas-fiscais-do-governo-sao-irreais-dizem-economistas/

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Tags: economiainflaçãometas fiscais
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