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Atualização do estado de saúde das médicas contaminadas após jantar:
- As duas médicas internadas Natal devido à contaminação por ciguatera permanecem na UTI, mas apresentam estado estável e fora de perigo.
- De acordo com fontes médicas que acompanham o caso, ambas ainda apresentam sintomas como dormência nas mãos e nos membros inferiores, além de sensação de queimação, típicos da ciguatera, mas estão respondendo bem ao tratamento de suporte.
- As pacientes estão em fase de recuperação, que pode se estender por até seis semanas, período necessário para que a toxina seja completamente eliminada pelo organismo.
- A eliminação ocorre de forma lenta, pois a toxina é metabolizada pelo fígado, passa para o intestino e é reabsorvida, prolongando os sintomas.
- Não há medicação que cure a contaminação. O tratamento é suporte hospitalar. Se pressão cai, injeta-se soro. Se dedos arroxeiam – sintoma de baixo oxigênio, injeta-se oxigênio. Ou seja, o tratamento da doença é sobre sintomas, até a toxina ser eliminada ou os sintomas cessarem.
Novos casos confirmados:

- Mais dois casos foram confirmados além do incidente que monitora o estado de saúde das médicas contaminadas após jantar. Dessa vez, envolve um casal de advogados, ambos na faixa de 25 anos de idade. Uma das fontes médicas preferiu não comentar se o caso também se refere aos eventos do restaurante Marechal, mas eles procuraram ajuda nessa quinta com sintomas que já vinham de dias anteriores. Lembrando que em nossa primeira reportagem sobre o assunto, 9 pessoas no total precisaram de suporte hospitalar, com 6 sendo internadas.
- Apesar dos sintomas semelhantes, como gastroenterite e dormência nas extremidades, os advogados não precisaram ser internados, pois o quadro foi considerado leve.
- Fontes médicas afirmam que a gravidade dos sintomas varia de acordo com a idade e a constituição física da pessoa contaminada.
- No caso das médicas mais velhas, a contaminação se mostrou mais grave, indicando idade como fator complicador da infecção, justificando a internação em UTI.
- A dinâmica da intoxicação sugere que a carga da toxina ingerida e a constituição física (como peso e metabolismo) influenciam na gravidade do quadro clínico.
Dá para se precaver? A resposta é não; entenda:
- A contaminação por ciguatera não está ligada a falhas no preparo do alimento ou na conservação do peixe, por isso o estado de saúde das médicas contaminadas após jantar foi variado, com algumas precisando de UTIs e outras não.
- Não existem testes rápidos ou medidas práticas que garantam a segurança do consumo dos peixes suscetíveis à contaminação.
- A manifestação clínica ocorre poucas horas após a ingestão, geralmente entre 4 e 5 horas, e os sintomas incluem gastroenterite, dor abdominal, vômitos e distúrbios neurológicos, como sensação de dormência e queimação.
- Médicos alertam que os profissionais de saúde podem confundir o quadro com gastroenterite comum, já que os sintomas iniciais são semelhantes.
- O diagnóstico depende de uma análise clínica criteriosa, especialmente se houver relatos de consumo de peixes conhecidos por serem suscetíveis à ciguatera. No inicial, o estado de saúde das médicas contaminadas após jantar foi tratado inicialmente como infecção intestinal, e não ciguatera.
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