Em 11/12/2024, divulguei informações baseadas em investigação do Ministério Público Federal, indicando que Ricardo Alexsandro de Medeiros Valentim teria utilizado recursos do ‘Projeto Sífilis, Não’ para financiar viagens pessoais e familiares, incluindo a hospedagem de seu filho e de uma funcionária doméstica em São Paulo, Mossoró e Europa. Na oportunidade, antes de publicização da matéria, entrei em contato com a assessoria de imprensa responsável para colher a versão da defesa sobre os fatos e não obtive retorno.
Posteriormente, tomei conhecimento dos esclarecimentos apresentados pela defesa de Ricardo Valentim no âmbito da investigação policial. A defesa apresentou documentos com o escopo de demonstrar que as diárias referentes à acomodação de seu filho e da funcionária doméstica nos hotéis Maksoud Plaza (São Paulo) e Thermas (Mossoró) foram pagas com cartão de crédito pessoal e, assim, não houve custeio de viagem ou hospedagem de funcionária doméstica para a Europa. Inclusive tomei ciência que sequer a funcionária teria passaporte a época, ou seja, jamais teria como viajar para Europa.
Diante dessas explicações e respeitando o direito ao contraditório e à ampla defesa, publico esta nota considero que caberá ao judiciário avaliar se a documentação apresentada é suficiente a afastar as acusações do MPF.
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