Na renúncia da governadora Fátima Bezerra, se o vice-governador Walter Alves decidir que não quer disputar a reeleição e também renunciar para disputar outro cargo, o posto de governador é do presidente da Assembleia.
Ezequiel Ferreira de Souza e Walter Alves tomarão uma decisão onde caminharão juntos. Se Ezequiel, que é especulado para deputado federal, também renunciar, o posto de governador fica com o presidente do Tribunal de Justiça, e não há nova eleição para o cargo.
Eis o que diz a Constituição do RN, em seu artigo 61, parágrafos segundo e terceiro:
Ocorrendo a vacância no último ano do período governamental, o cargo é exercido pelo Presidente da Assembleia Legislativa e, na sua recusa, pelo Presidente do Tribunal de Justiça. Em qualquer dos casos, os eleitos ou sucessores devem completar o período
dos seus antecessores.
Por outras palavras: o presidente do Tribunal de Justiça seria governador até o final de 2026. Um inusitado cenário.
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