O barril de petróleo tipo Brent chegou a tocar US$ 99,41 nesta terça-feira (14), ficando a centavos da marca psicológica dos US$ 100. Depois perdeu força e passou a operar em queda, mas o susto já foi dado.
Para quem vive no Brasil — especialmente no Nordeste, onde o transporte rodoviário é rei absoluto — a proximidade dessa marca significa uma coisa: prepare o bolso.
O impacto no RN
No Rio Grande do Norte, onde praticamente tudo chega de caminhão, a alta do petróleo se traduz diretamente no preço de combustíveis e fretes. A gasolina, que já não é barata, tende a ficar ainda mais cara quando o barril internacional dispara.
O diesel, usado no transporte de cargas, também sobe. E quando o frete fica mais caro, o preço dos produtos nas prateleiras acompanha. É a velha matemática: petróleo sobe, tudo sobe junto.
Bolsas em alta
Paradoxalmente, enquanto o petróleo assustava consumidores, as bolsas mundiais operavam em alta nesta terça. Investidores pareciam apostar que a economia global ainda tem fôlego, mesmo com energia mais cara.
O movimento contraditório mostra como o mercado financeiro às vezes vive em uma realidade paralela à do cidadão comum, que sente na pele cada centavo a mais na bomba de combustível.
Por que o petróleo subiu
A disparada do Brent acontece em meio a tensões geopolíticas e questões de oferta global. Quando há incerteza sobre a produção mundial de petróleo, os preços sobem por precaução.
Para o Brasil, que ainda depende muito de combustíveis fósseis, qualquer movimento brusco no mercado internacional se reflete rapidamente no dia a dia das pessoas.
A boa notícia é que o petróleo recuou ao longo do pregão. A má é que os US$ 100 continuam no radar — e quando chegarem, todo mundo vai sentir.
Com informações de Folha de S.Paulo.
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/preco-do-petroleo-fica-perto-de-us-100-mas-esta-em-queda-nesta-terca-bolsas-sobem.shtml
Entre no grupo do Blog do Dina e receba tudo antes de sair no site.



