Uma execução ambulância chocou Praia Grande, no litoral paulista, neste sábado (2). Um homem de 31 anos foi morto a tiros enquanto recebia atendimento médico no Samu. Ele era suspeito de ter assassinado o próprio enteado, de apenas 8 anos, na véspera.
O caso expõe uma grave violação do espaço médico protegido. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o homem já havia sido baleado dentro de casa, no bairro São José do Rio Preto. Durante o socorro, dois indivíduos se aproximaram da ambulância. Um deles disparou contra o suspeito.
Justiçamento em ambiente hospitalar
A execução ambulância representa um marco sombrio: a invasão de um espaço tradicionalmente neutro e protegido. O homem chegou a ser levado para a UPA Samambaia, mas não resistiu aos ferimentos. Nenhum profissional de saúde ficou ferido durante o ataque.
A Polícia Civil investiga tanto o homicídio na ambulância quanto a morte da criança. O menino de 8 anos foi morto na sexta-feira (1º), em Cubatão. Câmeras de segurança foram apreendidas para análise pericial.
O episódio levanta questões sobre a segurança dos serviços de emergência e os limites entre justiça e vingança. A ambulância, símbolo de preservação da vida, virou cenário de execução sumária.
As investigações seguem em andamento para identificar os autores do crime na ambulância e esclarecer as circunstâncias da morte da criança.
Com informações da CNN Brasil.
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