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Você não envelhece como pensa: Veja o que a ciência revela sobre o processo

Giovanna Bellato Por Giovanna Bellato
12 de março de 2025
Tempo de Leitura: 5 mins
Você não envelhece como pensa: Veja o que a ciência revela sobre o processo
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O que você vai ler:

  • Envelhecimento em saltos: o que já se sabe?
  • Envelhecemos em fases ou de forma contínua?
  • O que esses estudos podem significar para a saúde?
  • O que falta descobrir?
  • O Dina Explica
  • O que vem pela frente?

Para muitas pessoas, o envelhecimento não parece um processo contínuo. Após anos de estabilidade, uma dor repentina nos joelhos ou uma fadiga nova dão a sensação de que “a idade chegou de uma vez”. E, segundo a ciência, pode haver base biológica para essa experiência.

Estudos recentes indicam que o envelhecimento pode não ocorrer de forma linear, mas sim em “saltos”, com mudanças moleculares significativas em determinados momentos da vida. A reportagem é do The New York Times.

Envelhecimento em saltos: o que já se sabe?

Pesquisadores vêm analisando marcadores moleculares da idade, como proteínas e alterações no DNA, e encontraram evidências de que o envelhecimento pode ocorrer em fases específicas.

Um estudo da Universidade de Stanford, publicado no ano passado, monitorou mudanças em amostras de sangue de 108 adultos entre 25 e 75 anos. O resultado? Identificaram picos de envelhecimento acelerado aos 44 e aos 60 anos.

  • Por volta dos 44 anos, os principais impactos aparecem no metabolismo de gorduras, álcool e função muscular.
  • Já aos 60 anos, os efeitos se concentram em alterações imunológicas e musculares.

Esses achados ajudam a explicar, por exemplo, por que o metabolismo do álcool piora após os 40 e por que as doenças aumentam após os 60, afirma Michael Snyder, professor de genética da Stanford Medicine.

Outro estudo com camundongos, liderado por Steve Hoffmann, mostrou mudanças químicas abruptas no DNA em momentos específicos da vida dos animais, sugerindo três fases distintas de envelhecimento.

Além disso, uma análise de 2019 com mais de 4 mil pessoas detectou “saltos” nas proteínas relacionadas ao envelhecimento nas décadas dos 40, 70 e 80 anos.

Envelhecemos em fases ou de forma contínua?

Nem todos os cientistas concordam que o envelhecimento ocorre em saltos. Steve Horvath, criador dos chamados relógios epigenéticos (ferramentas que medem o envelhecimento biológico), diz que seus estudos indicam que o processo tende a ser acelerado até a puberdade, e depois segue de forma linear a partir dos 20 anos.

Ainda há também indícios de que certos órgãos envelhecem mais rápido do que outros. Segundo Tony Wyss-Coray, professor de neurologia na Universidade de Stanford, coração e cérebro podem ser mais vulneráveis a esse envelhecimento acelerado.

O que esses estudos podem significar para a saúde?

Se o envelhecimento realmente acontece em fases ou “saltos”, isso pode abrir caminhos para intervenções médicas e preventivas mais direcionadas a cada etapa da vida, observa Aditi Gurkar, professora de medicina na Universidade de Pittsburgh.

Por exemplo, se aos 44 anos ocorrem mudanças no metabolismo, poderia ser o momento ideal para ajustar dieta, exercícios e tratamentos. Se aos 60 há declínio imunológico, poderiam ser reforçadas as ações preventivas contra doenças.

O que falta descobrir?

Apesar de animadoras, essas descobertas ainda são iniciais. Eric Verdin, presidente do Instituto Buck para Pesquisa sobre o Envelhecimento, alerta que falta entender quais órgãos ou sistemas provocam essas mudanças, e como o estilo de vida e eventos como gravidez, traumas ou até infecções como a covid podem acelerar o envelhecimento.

Por isso, os cientistas defendem estudos longitudinais, que acompanhem as mesmas pessoas ao longo da vida para entender se esses “saltos” são uma regra ou se variam entre indivíduos.

Você não envelhece como pensa: Veja o que a ciência revela sobre o processo

O Dina Explica

As descobertas reforçam o que muitos sentem na prática: não envelhecemos da mesma forma ao longo da vida. Existem momentos em que o corpo parece dar “saltos” na idade biológica, o que pode afetar músculos, metabolismo e imunidade.

Essa visão abre possibilidades importantes: intervenções específicas para cada fase, com foco em retardar ou suavizar esses saltos, poderiam melhorar a qualidade e o tempo de vida.

Ainda que a ciência esteja só começando a entender esses processos, o conhecimento de que o envelhecimento pode não ser linear ajuda a reforçar a importância do cuidado contínuo com a saúde, com adaptações a cada fase da vida.

O que vem pela frente?

Especialistas acreditam que, com o avanço dos estudos, será possível não só entender melhor o envelhecimento, mas desenvolver terapias que ajudem a postergar doenças relacionadas à idade. O objetivo final? Ganhar mais anos de vida com saúde e qualidade, atrasando o início das limitações que hoje associamos ao envelhecimento.

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