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O cenário político do Rio Grande do Norte para as Eleições RN 2026 assemelha-se a um “quebra-cabeça” onde as peças insistem em não se encaixar. O estado mergulha em um mar de indefinições que vão desde a permanência da governadora no cargo até a real solidez das alianças que sustentam a base governista para o pleito de 2026.
Para entender o que está em jogo nas próximas Eleições RN 2026, precisamos olhar para as perguntas que, até agora, ninguém conseguiu responder com clareza:
Fátima Bezerra vai mesmo renunciar?
Esta é a pergunta que trava todo o tabuleiro das Eleições RN 2026. A decisão da governadora de disputar o Senado é o gatilho que dispara todos os outros movimentos, com mais perguntas para responder:
- Ela abrirá mão da cadeira sabendo que o seu vice diz que não fica no governo?
- Como Fátima explicaria numa campanha para as Eleições RN 2026 que nem o vice quis ficar na cadeira?
- Vai correr o risco de renunciar e ver a cadeira do governo cair nas mãos da oposição?
- Se fica, não pode disputar a eleição. Quem disputaria o Senado no seu canto? Natália Bonavides?
O presidente do TJRN aceita o abacaxi?
O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte é a pessoa na linha sucessória para assumir o Estado visando as Eleições RN 2026 com a renúncia da governadora e caso o vice e o presidente da ALRN se recusem a assumir o cargo. Ao Blog do Dina, assessoria de imprensa do TJRN informou que o desembargador Ibanez Monteiro só se manifestará quando houver um cenário institucional e jurídico claramente definido sobre a sucessão. Até lá, perguntamos:
- Por ser o último na linha de sucessão, o presidente do TJRN tem o poder de recusar e continuar presidente do Tribunal de Justiça ou precisaria abrir mão da presidência do órgão caso também se recuse?
- É permitido ao TJRN indicar outro nome que não o do presidente, conforme se especula?
- Se permitido, que nome seria esse?

Walter Alves e Ezequiel Ferreira continuarão caminhando juntos?
Este é um ponto nevrálgico para a sobrevivência do atual grupo governista nas Eleições RN 2026. Embora caminhem hoje em aparente harmonia, os sinais de fragilidade são claros nos bastidores pelo comunicado de Walter de não assumir o governo. Isso posto:
- A aliança resistirá se houver uma disputa interna de espaço diante da vacância do cargo de governador?
- Até que ponto o “sentimento de obrigação” de marchar junto será superado pelos projetos individuais e pela sobrevivência política de cada um nas Eleições RN 2026?
O que os dados “escondidos” revelam sobre as contas públicas?
Há um temor latente sobre o que uma “devassa” nas contas poderia encontrar caso o controle do Estado mude de mãos antes do previsto para as Eleições RN 2026.
- O que a oposição espera encontrar se assumir o governo, ainda que por poucos meses?
- Existem dados negligenciados ou “escondidos” que podem mudar o rumo das Eleições RN 2026 se vierem a público através de uma nova gestão?
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