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Home » Cadê o dinheiro? Carlos Eduardo desiste de se manter no jogo do Senado

Cadê o dinheiro? Carlos Eduardo desiste de se manter no jogo do Senado

Giovanna Bellato Por Giovanna Bellato
5 de maio de 2026
Tempo de Leitura: 4 mins
Cadê o dinheiro? Carlos Eduardo desiste de se manter no jogo do Senado
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A decisão do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (União Brasil), de desistir da disputa ao Senado veio com uma justificativa direta: falta de dinheiro.

Mas, olhando o histórico, a explicação revela mais do que um simples obstáculo de campanha. Ela expõe o peso determinante que o financiamento tem — especialmente quando se trata das candidaturas do ex-prefeito.

Ao longo dos últimos anos, Carlos Eduardo construiu campanhas sempre apoiadas em estruturas milionárias e forte dependência de recursos partidários. Desta vez, sem esse suporte, o projeto sequer foi levado adiante.

E há outro elemento que atravessa esse histórico.


Campanhas caras — e derrotas recentes

Os dados das eleições anteriores ajudam a entender o padrão:

  • 2024 (Prefeitura de Natal)
    → R$ 6,4 milhões arrecadados
    → R$ 5 milhões vindos de partidos (≈ 78%)
  • 2022 (Senado)
    → R$ 2,6 milhões arrecadados
    → R$ 2,5 milhões de partidos (≈ 96%)
  • 2018 (Governo do RN)
    → Mais de R$ 5,5 milhões em despesas
    → Cerca de 66% com recursos partidários

Em comum, todas essas campanhas tiveram forte financiamento.

E também um mesmo desfecho: derrota nas urnas.

Desde 2018, Carlos Eduardo disputou três eleições majoritárias — governo, Senado e prefeitura — e não venceu nenhuma delas.


A oportunidade que não foi adiante

A disputa ao Senado, além de uma eleição majoritária, também representaria visibilidade política.

É o tipo de campanha que projeta nomes, amplia alcance e reposiciona lideranças no cenário estadual — mesmo quando não há vitória.

Ainda assim, a decisão foi encerrar o projeto antes mesmo de começar.


Sem dinheiro, sem candidatura

Segundo o próprio Carlos Eduardo, o União Brasil não disponibilizará fundo eleitoral para sua campanha.

“Não haverá disponibilidade do fundo eleitoral partidário para candidatura ao Senado no Rio Grande do Norte”, afirmou.

A prioridade do partido, segundo ele, será outra.

Sem o financiamento, não houve tentativa de viabilizar a candidatura por outros caminhos. O projeto foi interrompido.


Quando o recurso vira condição

É consenso que campanhas eleitorais exigem dinheiro.

Mas o histórico de Carlos Eduardo sugere algo além disso.

Suas candidaturas recentes foram marcadas por campanhas caras, fortemente financiadas e, ainda assim, sem sucesso eleitoral. Agora, diante da ausência de recursos, a decisão foi não disputar.

O contraste chama atenção.

Não se trata apenas da dificuldade de fazer campanha sem dinheiro — mas do peso que esse fator tem na própria decisão de entrar ou não no jogo.


O que fica

Carlos Eduardo afirma que seguirá contribuindo com o debate público “com ou sem mandato”.

Mas ao abrir mão de uma disputa majoritária que lhe daria visibilidade e protagonismo político, a decisão deixa um sinal claro.

Na prática, reforça uma lógica cada vez mais presente:

o dinheiro não apenas influencia campanhas.

Em alguns casos, ele define se elas sequer existem.

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Tags: eleiçõesNatalpartidos políticosPolíticaPSDSenado
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